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8 drogas que precisamos conhecer nas emergências em UTI

Quando se trata de assistência ao paciente gravemente enfermo, muitos profissionais de enfermagem temem a falha. Não conseguir lidar com a grande quantidade de procedimentos complexos, não suportar a (grande) responsabilidade que se tem sobre a vida de um paciente, não se acostumar com os bips bips bips dos alarmes dos monitores (e ventiladores, bombas de infusão etc) e, em especial, não saber absolutamente nada muito sobre as drogas utilizadas em terapia intensiva.

Então você está prestes a assumir uma vaga em Unidade de Terapia Intensiva e está… surtando?
Ou já trabalha em UTI e quer apenas atualizar/complementar/revisar seus conhecimentos?

Ok. Talvez eu possa te ajudar um pouco!

Neste post listarei oito drogas que são frequentemente utilizadas em emergências no ambiente de UTI. Basicamente, drogas Continuar lendo 8 drogas que precisamos conhecer nas emergências em UTI

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Analgesia e Sedação em Terapia Intensiva – Parte 3

Finalizando nossa análise do eCASH (diretriz de analgesia e sedação centrada no paciente), hoje apresentamos os conceitos do cuidado centrado no paciente e o manejo do sono e mobilização dos mesmos.

Perdeu os posts anteriores? Clique nos links para ler a Parte 1 e a Parte 2! Continuar lendo Analgesia e Sedação em Terapia Intensiva – Parte 3

Analgesia e Sedação Terapia Intensiva – Parte 2

Semana passada publicamos a primeira parte da atualização em analgesia e sedação em UTI. Se você não leu, basta clicar aqui.

Continuando nossa análise do eCASH (diretriz de analgesia e sedação centrada no paciente), hoje apresentamos os conceitos mais atuais de manejo da sedação em terapia intensiva.

Manejo da Sedação:

No eCASH, sedação leve objetiva que o paciente atinja a regra dos 3C: Calmo, Continuar lendo Analgesia e Sedação Terapia Intensiva – Parte 2

Quando iniciar diálise no paciente crítico?

 

A discussão de quando iniciar hemodiálise permeia as unidades de terapia intensiva diariamente. Diversos estudos realizados mostraram resultados conflitantes entre uma estratégia de início precoce ou tardio no contexto da injuria renal aguda, ou seja, no doente gravemente enfermo.

Diálise precoce comprovadamente diminui a circulação de mediadores inflamatórios, evita a sobrecarga volêmica e mantém o equilíbrio hidroeletrolítico e ácido-básico do organismo. Por outro lado, Continuar lendo Quando iniciar diálise no paciente crítico?

Analgesia e sedação em Terapia Intensiva – Parte 1

Os efeitos deletérios da sedação profunda e seu impacto em desfechos desfavoráveis é bem conhecido e estudado. A sedação profunda ainda é amplamente usada em pacientes críticos na terapia intensiva, em parte devido a premissa antiga de que a mesma era necessária para a adaptação dos pacientes aos ventiladores mecânicos.

Com o avanço das tecnologias, no entanto, a necessidade de sedação profunda se tornou cada vez menor, sendo possível hoje iniciar regimes de sedação leve desde o início da terapêutica, com consequente impacto positivo no tratamento e recuperação do paciente.

Pensando nisso, um grupo de intensivistas Continuar lendo Analgesia e sedação em Terapia Intensiva – Parte 1

Como realizar o cuidado oral para pacientes independentes, dependentes e inconscientes

Pacientes independentes
  • Pacientes que são capazes de permanecer de forma independente em uma posição Fowler ou semi-Fowler podem, em geral, realizar a sua própria higiene oral, desde que os suprimentos necessários estejam ao fácil alcance.
  • Para pacientes conscientes, sentar na margem da cama ou próximo à pia também é uma opção para a realização da higiene oral.
  • Enquanto o  paciente está realizando a higiene oral, é importante que você observe o processo e fornecer qualquer orientação necessária a respeito da escovação e uso do fio dental. Este é também um bom momento para discutir a importância da higiene oral e de uma boa saúde bucal com o paciente.
Pacientes dependentes

Cuidado de paciente de UTI em ventilação mecânica deve mudar

Um estudo brasileiropublicado no The New England Journal of Medicine deverá mudar em todo o mundo o tratamento de portadores da Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA), que causa insuficiência respiratória e requer o uso de ventiladores mecânicos em Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

Após analisar dados de 3.562 participantes de nove diferentes estudos, um grupo de pesquisadores do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InCor-HC-FMUSP) concluiu que Continuar lendo Cuidado de paciente de UTI em ventilação mecânica deve mudar

Mnemônico para abordagem do paciente crítico: FAST HUG

O mnemônico Fast Hug (as iniciais se referem à alimentação – em inglês, Feeding; Analgesia; Sedação; profilaxia Tromboembólica; elevação da cabeceira  – em inglês, Head of bed elevation; profilaxia da Úlcera de estresse e controle da Glicemia)  corresponde a um meio de identificação e verificação de alguns dos aspectos-chave no atendimento geral de todos os pacientes criticamente enfermos.

Pode ser aplicado em todos os pacientes de qualquer unidade de terapia intensiva (UTI), a qualquer momento. A prática dessa estratégia simples incentiva o trabalho em equipe e pode auxiliar o aprioramento da qualidade da assistência dos pacientes com doença grave. Continuar lendo Mnemônico para abordagem do paciente crítico: FAST HUG

Traumatismo Cranioencefálico (TCE) em crianças

Imagem: Revista Crescer. Editora Globo.

As crianças hoje em dia podem ser muito ativa. As chances são de que elas se machuquem e precisem de tratamento imediato. Uma das lesões em crianças que devem ser evitadas é o Traumatismo Cranioencefálico (TCE). O trauma craniano é considerado uma das causas mais comuns de morte e incapacidade em crianças. O cérebro de uma criança é relativamente maior do que o seu corpo, portanto, qualquer trauma ou impacto excessivo pode causar instabilidade nas estruturas de apoio.

Fisiopatologia do TCE

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A proporção de alarmes clinicamente relevantes diminui à medida que diminui a gravidade clínica dos pacientes em unidades de terapia intensiva: um estudo piloto

Fonte: Hospital Moriah

Os objetivos de um estudo publicado no BMJ Open foram determinar (1) a proporção e o número de alarmes clinicamente relevantes com base no tipo de dispositivo de monitoramento, (2) se a gravidade clínica do paciente, com base na pontuação da avaliação sequencial de falência de órgãos (SOFA), afeta a proporção de alarmes clinicamente relevantes e sugerir (3) métodos para reduzir alarmes clinicamente irrelevantes em uma unidade de terapia intensiva (UTI).

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