Arquivo da categoria: Sala de Enfermagem

Quando podemos classificar a hipoglicemia como clinicamente significativa?

American Diabetes Association em conjunto com a European Association for the Study of Diabetes divulgaram suas atualizações para o manejo e tratamento da hipoglicemia. Segundo a nova diretriz hipoglicemia clinicamente significativa é considerada a partir de 54 mg/dL.

Segundo a nova diretriz, a gravidade da hipoglicemia pode ser estratificada em 3 níveis: Continuar lendo Quando podemos classificar a hipoglicemia como clinicamente significativa?

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Guia resumido de redação científica

Precisando de uma ajudinha na difícil tarefa de terminar aquele artigo maroto que você não se cansa de postergar? Apresentamos aqui o guia definitivo (e resumido) escrito por Mark L. Savickas* para auxiliar na redação científica de artigos, monografias e demais trabalhos acadêmicos. Leitura obrigatória para pós-graduandos e interessados em geral. Continuar lendo Guia resumido de redação científica

Novas diretrizes para o tratamento de pneumonia hospitalar e PAV

Novas diretrizes que oferecem recomendações baseadas em evidências para a prevenção, diagnóstico e tratamento de pneumonia foram publicadas pela Infectious Diseases Society of America (IDSA) e American Thoracic Society na edição de julho do periódico Clinical Infectious Diseases. As últimas recomendações sobre pneumonia hospitalar e pneumonia associada à ventilação mecânica (PAV) foram publicadas em 2005 e, desde então, novos estudos trouxeram conhecimentos adicionais sobre o diagnóstico e tratamento dessas patologias. Além disso, nos 11 anos que se passaram desde a publicação dessas diretrizes, foram registrados vários avanços na metodologia de diretrizes baseadas em evidências.

Continuar lendo Novas diretrizes para o tratamento de pneumonia hospitalar e PAV

Analgesia e Sedação em Terapia Intensiva – Parte 3

Finalizando nossa análise do eCASH (diretriz de analgesia e sedação centrada no paciente), hoje apresentamos os conceitos do cuidado centrado no paciente e o manejo do sono e mobilização dos mesmos.

Perdeu os posts anteriores? Clique nos links para ler a Parte 1 e a Parte 2! Continuar lendo Analgesia e Sedação em Terapia Intensiva – Parte 3

Analgesia e Sedação Terapia Intensiva – Parte 2

Semana passada publicamos a primeira parte da atualização em analgesia e sedação em UTI. Se você não leu, basta clicar aqui.

Continuando nossa análise do eCASH (diretriz de analgesia e sedação centrada no paciente), hoje apresentamos os conceitos mais atuais de manejo da sedação em terapia intensiva.

Manejo da Sedação:

No eCASH, sedação leve objetiva que o paciente atinja a regra dos 3C: Calmo, Continuar lendo Analgesia e Sedação Terapia Intensiva – Parte 2

Quando iniciar diálise no paciente crítico?

 

A discussão de quando iniciar hemodiálise permeia as unidades de terapia intensiva diariamente. Diversos estudos realizados mostraram resultados conflitantes entre uma estratégia de início precoce ou tardio no contexto da injuria renal aguda, ou seja, no doente gravemente enfermo.

Diálise precoce comprovadamente diminui a circulação de mediadores inflamatórios, evita a sobrecarga volêmica e mantém o equilíbrio hidroeletrolítico e ácido-básico do organismo. Por outro lado, Continuar lendo Quando iniciar diálise no paciente crítico?

Analgesia e sedação em Terapia Intensiva – Parte 1

Os efeitos deletérios da sedação profunda e seu impacto em desfechos desfavoráveis é bem conhecido e estudado. A sedação profunda ainda é amplamente usada em pacientes críticos na terapia intensiva, em parte devido a premissa antiga de que a mesma era necessária para a adaptação dos pacientes aos ventiladores mecânicos.

Com o avanço das tecnologias, no entanto, a necessidade de sedação profunda se tornou cada vez menor, sendo possível hoje iniciar regimes de sedação leve desde o início da terapêutica, com consequente impacto positivo no tratamento e recuperação do paciente.

Pensando nisso, um grupo de intensivistas Continuar lendo Analgesia e sedação em Terapia Intensiva – Parte 1

10 truques de uso para os swabs de álcool

É hora de falar sobre um dos heróis anônimos da nossa profissão: swabs de álcool (ou será que você os conhece por lenços umedecidos em álcool?). Embora eles não sejam embebidos em lágrimas dos deuses, como se acreditava anteriormente, estes minúsculos lenços são certamente um presente de algum poder superior.

Aqui estão algumas razões pelas quais os swabs de álcool são os melhores amigos de um profissional de enfermagem: Continuar lendo 10 truques de uso para os swabs de álcool

Flashback: (Re)leia um artigo de grande impacto no Sala de Enfermagem

Olá, pessoal!

Toda semana destacamos posts que fizeram grande sucesso aqui no Sala de Enfermagem. A cada semana uma publicação será republicada, assim novos leitores poderão ter mais facilidade para ler artigos passados.

Eis o destaque dessa semana:

Processo de Enfermagem para a administração segura de medicamentos

Para administrar medicamentos com segurança, competência técnica, com pensamento crítico e atenção a todos os detalhes, é preciso construir um processo de enfermagem a fim de orientar as condutas próprias e dos profissionais envolvidos na administração de medicamentos ao paciente. Este processo se baseia na coleta do histórico e levantamento de dados relativos ao paciente, o desenvolvimento de diagnósticos de enfermagem apropriados a diversas situações, o planejamento, as intervenções e a evolução diária.

Boa (re)leitura! 😉

Flashback: (Re)leia um artigo de grande impacto no Sala de Enfermagem

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Toda semana destacamos posts que fizeram grande sucesso aqui no Sala de Enfermagem. A cada semana uma publicação será republicada, assim novos leitores poderão ter mais facilidade para ler artigos passados.

Eis o destaque dessa semana:

Plano de cuidados de Enfermagem: Angina

A angina é uma dor no peito, de caráter temporário, resultante do fluxo inadequado de oxigênio para o miocárdio. Ao avaliar a dor de angina, é importante levar em consideração que os idosos geralmente tem uma maior tolerância à dor, podendo ser menos propensos a reclamar da dor que sentem. Em vez disso, eles podem compensar a dor diminuindo seus níveis de atividade. Os adultos mais velhos podem não sentir dor no peito, mas pode relatar dispnéia, fraqueza ou fadiga extrema.

Boa (re)leitura! 😉