Arquivo da categoria: Conhecimentos

Novas diretrizes para o tratamento de pneumonia hospitalar e PAV

Novas diretrizes que oferecem recomendações baseadas em evidências para a prevenção, diagnóstico e tratamento de pneumonia foram publicadas pela Infectious Diseases Society of America (IDSA) e American Thoracic Society na edição de julho do periódico Clinical Infectious Diseases. As últimas recomendações sobre pneumonia hospitalar e pneumonia associada à ventilação mecânica (PAV) foram publicadas em 2005 e, desde então, novos estudos trouxeram conhecimentos adicionais sobre o diagnóstico e tratamento dessas patologias. Além disso, nos 11 anos que se passaram desde a publicação dessas diretrizes, foram registrados vários avanços na metodologia de diretrizes baseadas em evidências.

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Analgesia e Sedação em Terapia Intensiva – Parte 3

Finalizando nossa análise do eCASH (diretriz de analgesia e sedação centrada no paciente), hoje apresentamos os conceitos do cuidado centrado no paciente e o manejo do sono e mobilização dos mesmos.

Perdeu os posts anteriores? Clique nos links para ler a Parte 1 e a Parte 2! Continuar lendo Analgesia e Sedação em Terapia Intensiva – Parte 3

Analgesia e Sedação Terapia Intensiva – Parte 2

Semana passada publicamos a primeira parte da atualização em analgesia e sedação em UTI. Se você não leu, basta clicar aqui.

Continuando nossa análise do eCASH (diretriz de analgesia e sedação centrada no paciente), hoje apresentamos os conceitos mais atuais de manejo da sedação em terapia intensiva.

Manejo da Sedação:

No eCASH, sedação leve objetiva que o paciente atinja a regra dos 3C: Calmo, Continuar lendo Analgesia e Sedação Terapia Intensiva – Parte 2

Quando iniciar diálise no paciente crítico?

 

A discussão de quando iniciar hemodiálise permeia as unidades de terapia intensiva diariamente. Diversos estudos realizados mostraram resultados conflitantes entre uma estratégia de início precoce ou tardio no contexto da injuria renal aguda, ou seja, no doente gravemente enfermo.

Diálise precoce comprovadamente diminui a circulação de mediadores inflamatórios, evita a sobrecarga volêmica e mantém o equilíbrio hidroeletrolítico e ácido-básico do organismo. Por outro lado, Continuar lendo Quando iniciar diálise no paciente crítico?

Analgesia e sedação em Terapia Intensiva – Parte 1

Os efeitos deletérios da sedação profunda e seu impacto em desfechos desfavoráveis é bem conhecido e estudado. A sedação profunda ainda é amplamente usada em pacientes críticos na terapia intensiva, em parte devido a premissa antiga de que a mesma era necessária para a adaptação dos pacientes aos ventiladores mecânicos.

Com o avanço das tecnologias, no entanto, a necessidade de sedação profunda se tornou cada vez menor, sendo possível hoje iniciar regimes de sedação leve desde o início da terapêutica, com consequente impacto positivo no tratamento e recuperação do paciente.

Pensando nisso, um grupo de intensivistas Continuar lendo Analgesia e sedação em Terapia Intensiva – Parte 1

Como realizar o cuidado oral para pacientes independentes, dependentes e inconscientes

Pacientes independentes
  • Pacientes que são capazes de permanecer de forma independente em uma posição Fowler ou semi-Fowler podem, em geral, realizar a sua própria higiene oral, desde que os suprimentos necessários estejam ao fácil alcance.
  • Para pacientes conscientes, sentar na margem da cama ou próximo à pia também é uma opção para a realização da higiene oral.
  • Enquanto o  paciente está realizando a higiene oral, é importante que você observe o processo e fornecer qualquer orientação necessária a respeito da escovação e uso do fio dental. Este é também um bom momento para discutir a importância da higiene oral e de uma boa saúde bucal com o paciente.
Pacientes dependentes

Hipotermia após parada cardíaca

Resfriamento do corpo pode reduzir sequelas neurológicas e contribuir para a recuperação do paciente

Para os leigos, parece ficção científica. Para os médicos, no entanto, a hipotermia já é uma técnica antiga conhecida e utilizada com frequência há mais de 10 anos em unidades de terapia intensiva e prontos-socorros. Longe de ter o aparato tecnológico que mexe com a imaginação da população, o procedimento consiste apenas em reduzir a temperatura corporal de quem sofre uma parada cardíaca e não recobra a consciência, a fim de reduzir possíveis sequelas neurológicas.

Quando o coração para, consequentemente Continuar lendo Hipotermia após parada cardíaca

Úlcera por pressão: como realizar um tratamento adequado?

O cuidado de enfermagem com úlceras por pressão é muitas vezes prestado sem fundamentos científicos. Muitos profissionais ainda ficam cheios de dúvidas ao analisarem uma UPP e definirem a terapia que será empregada para uma adequada cicatrização.

Diante de UPPs grau I, II, III ou IV, muitos se perguntam: O que usar nesse curativo? Apenas solução fisiológica? Colagenase? Hidrogel? Papaína? Alginato? Continuar lendo Úlcera por pressão: como realizar um tratamento adequado?

Cuidado de paciente de UTI em ventilação mecânica deve mudar

Um estudo brasileiropublicado no The New England Journal of Medicine deverá mudar em todo o mundo o tratamento de portadores da Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA), que causa insuficiência respiratória e requer o uso de ventiladores mecânicos em Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

Após analisar dados de 3.562 participantes de nove diferentes estudos, um grupo de pesquisadores do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InCor-HC-FMUSP) concluiu que Continuar lendo Cuidado de paciente de UTI em ventilação mecânica deve mudar

ECG: como posicionar corretamente os eletrodos?

Verde. Vermelho. Amarelo. Preto.

Gia é uma enfermeira recém-graduada e sempre foi fascinada pelo ECG. Ela acha incrível como após apenas alguns cliques você começa a ver a atividade elétrica do coração e, com apenas um toque no botão, você pode imprimir e depois guardar para documentação e referência futura.

No entanto, há um problema. Gia sempre se confunde ao colocar todas essas derivações de cores diferentes sobre o peito do paciente. Isso a incomoda muito e ela pensa consigo mesma: “Como é que vou ser uma boa enfermeira se mesmo algo tão simples como a colocação dos eletrodos pode parecer tão complicado para mim? Como eu vou fazer isso em situações de emergência? Tenho medo de me atrapalhar. “

Calma!

Fonte: ADClinic.com

Como posicionar eletrodos de ECG como um expert

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